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domingo, 5 de abril de 2015

Melanie Klein





Melanie Klein foi pioneira no desenvolvimento da psicanálise para crianças. Primeiro foi aluna, depois discípula de Freud, para em seguida desenvolver seus estudos de forma independente. Seus trabalhos sobre os nebulosos estados da mente permanecem atuais e ainda são fundamentais nos diagnósticos e tratamentos. Foi ela quem introduziu os jogos infantis e brinquedos nos processos terapêuticos. 
Grande parte de seu foco de estudo concentrou-se na infância. Criou técnicas para auxiliar crianças com problemas e foi a primeira a descrever os vários estados psicológicos do desenvolvimento das crianças. Suas idéias e teorias foram contestadas diversas vezes. Ela chegou a divergir de Freud, mas é inegável sua contribuição para a análise infantil.

Nascida na Áustria, Melanie Klein exerceu a profissão em Londres, onde viveu com o marido e os filhos. Enfrentou a morte de dois irmãos. O filho mais velho morreu num acidente. Melanie trabalhou até o final da vida. Deixou o modelo kleiniano de pensamento e de prática psicanalíticos, usado não só para crianças como para adultos.

segunda-feira, 30 de março de 2015

NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

"(A presidente) adota as medidas que precisam ser adotadas, mas não explica.
E não explica por que prometeu fazer uma coisa e está fazendo o contrário" -
Renato Janine, em entrevista à revista Brasileiros

Brasília – A escolha do professor de filosofia da USP Renato Janine Ribeiro para o Ministério da Educação provocou certo mal-estar entre setores da base aliada no Congresso. Tudo porque o novo ministro, em entrevistas concedidas semanas antes, falou abertamente sobre os futuros colegas de ministério; sobre os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); e até sobre a presidente Dilma Rousseff e o PT. Considerado uma voz crítica no debate político brasileiro, Roberto Janine decidiu se afastar das entrevistas durante um tempo – até que possa estudar as questões que envolvem o Ministério da Educação, pasta com o segundo maior orçamento da Esplanada.


“Na quinta-feira recebi uma ligação do ministro Aloizio Mercadante, me convidando a ir a Brasília para vermos a possibilidade de eu ocupar este cargo. Aceitei. (...) Fui recebido por ele e pela presidente, com quem tive longa conversa. Depois, fui ao MEC, onde o secretário-executivo, que permanecerá, me fez um briefing inicial de um dos ministérios maiores, mais complexos e mais ricos da Esplanada”, escreveu o futuro ministro numa rede social, referindo-se ao secretário Luiz Cláudio Costa. Ao agradecer às mensagens de apoio recebidas durante a noite, Janine afirmou que espera que “a educação constitua um destes pontos que permitam unir o país, gente de um lado ou de outro, mas que sabe que sem educar não se avança”. Disse ainda que só voltará a dar entrevistas a partir de 6 de abril, quando tomará posse.


CRÍTICAS Em meados deste mês, Janine disse em entrevista à revista Brasileiros que o governo Dilma Rousseff tem uma concepção “muito inquietante”. “É, no limite, autoritária. Adota as medidas que precisam ser adotadas, mas não explica. E não explica por que prometeu fazer uma coisa e está fazendo o contrário.” O novo ministro também não evitou dar patadas nos presidentes da Câmara e do Senado. “Eles são muito diferentes entre si. Renan (Calheiros) é habilidoso. Cunha é brutal”, disse, em entrevista ao jornal O Globo, publicada há cerca de duas semanas. Críticas dirigidas aos parlamentares foram a causa da queda do antecessor na Educação, Cid Gomes (Pros).


Sobre os futuros colegas de ministério, Janine não foi menos certeiro. Com exceção de Joaquim Levy, da Fazenda (“quase uma intervenção tucana na economia”) e de Juca Ferreira, da Cultura (que “maneja um orçamento pequeno”), todos os demais seriam submissos. “Os outros ministros correm o risco de ter a orelha puxada o tempo todo. O que torna difícil para eles irem a público. Vão defender o quê? De repente, muda tudo. Defendem o governo e recebem uma correção de cima”, disse ele sobre o estilo da presidente Dilma, na mesma entrevista à Brasileiros.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

ALGO SOBRE A ESCOLA




A escola é uma instituição concebida para o ensino de alunos sob a direção deprofessores. A maioria dos países têm sistemas formais de educação, que geralmente são obrigatórios. Nestes sistemas, os estudantes progridem através de uma série de níveis escolares e sucessivos. Os nomes para esses níveis nas escolas variam por país, mas geralmente incluem o ensino fundamental (ensino básico) para crianças e oensino médio (ensino secundário) para os adolescentes que concluíram o fundamental.1Uma instituição onde o ensino superior é ensinado, é comumente chamada defaculdade ou universidade.


Além destas, os alunos também podem frequentar outras instituições escolares, antes e depois do ensino fundamental. A pré-escola fornece uma escolaridade básica para as crianças mais jovens. As profissionalizantes, faculdades ou seminários podem estar disponíveis antes, durante ou depois do ensino médio. A escola também pode ser dedicada a um campo particular, como uma escola de economia ou de música, por exemplo.

Há também escolas particulares, que podem ser exclusivas para crianças com necessidades especiais, quando o governo não as fornecer, tais como escolas religiosas, ou as que possuem um padrão mais elevado de qualidade de ensino, ou buscam fomentar outras realizações pessoais. Escolas para adultos incluem instituições de alfabetização, de treinamento corporativo, militar e escolas de negócios.

domingo, 25 de janeiro de 2015

ISNARP - MEMORIZAÇÃO






O ISNARP tem as melhores dicas para o seu sucesso. Hoje, conheça 5 técnicas úteis de memorização para quem deseja espantar o fantasma do esquecimento e ativar o poder da lembrança:

1 – Do geral para o específico: contexto, análise e síntese

Ao estudar um tema com a finalidade de fixá-lo na memória, o caminho percorrido deve ser do geral para o específico. As generalidades dão o contexto que permite um entendimento mais claro da evolução do conceito em questão.

Depois de memorizado, analise. Fazer anotações durante uma aula, por exemplo, é analisar aquele conceito. por fim, a síntese é a atitude final para evitar o esquecimento. Sintetizar é fazer a revisão, reler as anotações e organizar melhor o conteúdo.

A união das três etapas é o que reforça o poder de memorização do conceito. Contexto sem análise não passa de informações vagas. Contexto e análise sem síntese não passam de conhecimentos condenados ao rápido esquecimento. Síntese sem análises e sem contexto é um dado inútil no cérebro, que você não saberá para que serve.

2 – Siglas

A síntese é o gatilho de memória para recuperar o que foi estudado. É a ferramenta mental que você vai utilizar para lembrar. E uma das formas sugeridas pelos especialistas é elaborar siglas com as palavras chave do conteúdo a ser lembrado.
Um exemplo de sigla: ViLISP. A sigla é a ferramenta para acessar na memória os direitos previstos no capítulo 5º da Constituição federal: Vida, Liberdade, Igualdade, Segurança e Propriedade.

3 – Frases malucas

Outra forma de sintetizar é criar frases ou histórias “malucas” que, pelo caráter inusitado, são mais fáceis de lembrar e atuam como gatilho para recuperação dos conceitos a ela associados.

Faça, por exemplo, a técnica de associação de palavras. Fica mais simples memorizar a sequência de informações. Ao associar uma palavra a cada um dos conceitos, o passo seguinte é montar uma frase ou sequência de frases usando as palavras associadas sequencialmente.

frases malucas também funcionam como gatilho de memória. Por exemplo, para os estudantes de Direito Penal memorizarem as finalidades da pena de condenado, é possível montar uma frase maluca: a pena transforma o condenado em um Saci PeReRê. A palavra Pererê traz as letras iniciais das finalidades da pena: prevenir novas condutas delituosas; retribuir (ao mal do crime o mal da pena), reintegrar o condenado à convivência social.

4 – Ensine para lembrar mais

Explicar o que você aprendeu a outra pessoa é também uma maneira de memorizar o conteúdo. Imagine-se ou tente dar uma aula. Se conseguir citar todos os detalhes e cobrir todo o assunto, significa que a memória foi consolidada, e o que você aprendeu será lembrado por muito tempo.

A tática é eficiente porque ao tentar explicar o que acabou de aprender as conexões de neurônios se expandem e o conteúdo é gravado por mais tempo, na memória de médio prazo. E com algumas revisões, por um longo período.

5 – A força da visualização

A força da visualização também é uma aliada da memória. É possível usar o próprio corpo e gestos para envolver a chamada memória sinestésica. Um exemplo é a memorização de uma receita.

Cada ingrediente é associado a um gesto direcionado a uma parte do corpo. Para memorizar,use um gesto. E para resgatar na memória a atitude é ir conferindo qual gesto era associado a cada parte do corpo para se recordar do ingrediente em questão.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

PEDAGOGIA - INTRODUÇÃO




A Grécia clássica pode ser considerada berço da Pedagogia, pois é na Grécia que nascem as primeiras ideias acerca da ação pedagógica, ponderações que vão influenciar, por muitos anos, a educação e cultura ocidentais e vincular a imagem do Pedagogo à formação das crianças.

Na antiga Grécia, eram chamados de pedagogos os escravos que acompanhavam as crianças que iam para a escola. Como escravo, ele era submisso à criança, mas tinha que fazer valer sua autoridade quando necessária. Por esse motivo, esses escravos desenvolveram grande habilidade no trato com as crianças.2

Nos séculos XVII e XVIII inicia-se uma era de debates, no campo da educação, tendo como foco a importância de atualizar os processos pedagógicos e rever o próprio conceito de infância. Nomes importantes deste período são Comenius e Rousseau. No final do século XIX e princípios do século XX os debates sobre educação e, principalmente, as novas pesquisas no campo da psicologia do desenvolvimento e aprendizagem, com ênfase na criança, levarão a que um grande número de profissionais, de diversos campos, desenvolvam reflexões, pesquisas e experiências pedagógicas envolvendo métodos de ensino, as relações pedagógicas e as possibilidades e limites dos diferentes contextos educativos, dando corpo a vários movimentos, dentre eles o da Escola Nova e aPedagogia Waldorf. No restante século XX a Pedagogia vai se institucionalizar como campo de conhecimento científico e profissional e a formação passará a ocorrer nas Universidades em cursos superiores um curso que cuida dos assuntos relacionados à Educação por excelência, portanto se trata de uma Licenciatura.

Atualmente a pedagogia tem como objetivo principal a melhoria no processo de aprendizagem dos indivíduos, através da reflexão, sistematização e produção de conhecimentos. Como ciência social, a pedagogia esta conectada com os aspectos da sociedade e também com as normas educacionais do país. O pedagogo, que trabalha para garantir e melhorar a qualidade da educação, tem dois grandes campos de atuação: a administração e o magistério, de modo que pode tanto gerenciar e supervisionar o sistema de ensino quanto orientar os alunos e os professores.Acompanha e avalia, ainda, o processo de aprendizagem e as aptidões de cada aluno. Pode trabalhar também com portadores de deficiências físicas ou intelectuais, auxiliando em sua inclusão na sociedade, ou com educação a distância. Porém, todos aqueles que atuam no processo educativos (professores, pais, monitores, orientadores, psicólogos, etc) também devem conhecer os princípios básicos de pedagogia.3