terça-feira, 27 de janeiro de 2015

ALGO SOBRE A ESCOLA




A escola é uma instituição concebida para o ensino de alunos sob a direção deprofessores. A maioria dos países têm sistemas formais de educação, que geralmente são obrigatórios. Nestes sistemas, os estudantes progridem através de uma série de níveis escolares e sucessivos. Os nomes para esses níveis nas escolas variam por país, mas geralmente incluem o ensino fundamental (ensino básico) para crianças e oensino médio (ensino secundário) para os adolescentes que concluíram o fundamental.1Uma instituição onde o ensino superior é ensinado, é comumente chamada defaculdade ou universidade.


Além destas, os alunos também podem frequentar outras instituições escolares, antes e depois do ensino fundamental. A pré-escola fornece uma escolaridade básica para as crianças mais jovens. As profissionalizantes, faculdades ou seminários podem estar disponíveis antes, durante ou depois do ensino médio. A escola também pode ser dedicada a um campo particular, como uma escola de economia ou de música, por exemplo.

Há também escolas particulares, que podem ser exclusivas para crianças com necessidades especiais, quando o governo não as fornecer, tais como escolas religiosas, ou as que possuem um padrão mais elevado de qualidade de ensino, ou buscam fomentar outras realizações pessoais. Escolas para adultos incluem instituições de alfabetização, de treinamento corporativo, militar e escolas de negócios.

domingo, 25 de janeiro de 2015

ISNARP - MEMORIZAÇÃO






O ISNARP tem as melhores dicas para o seu sucesso. Hoje, conheça 5 técnicas úteis de memorização para quem deseja espantar o fantasma do esquecimento e ativar o poder da lembrança:

1 – Do geral para o específico: contexto, análise e síntese

Ao estudar um tema com a finalidade de fixá-lo na memória, o caminho percorrido deve ser do geral para o específico. As generalidades dão o contexto que permite um entendimento mais claro da evolução do conceito em questão.

Depois de memorizado, analise. Fazer anotações durante uma aula, por exemplo, é analisar aquele conceito. por fim, a síntese é a atitude final para evitar o esquecimento. Sintetizar é fazer a revisão, reler as anotações e organizar melhor o conteúdo.

A união das três etapas é o que reforça o poder de memorização do conceito. Contexto sem análise não passa de informações vagas. Contexto e análise sem síntese não passam de conhecimentos condenados ao rápido esquecimento. Síntese sem análises e sem contexto é um dado inútil no cérebro, que você não saberá para que serve.

2 – Siglas

A síntese é o gatilho de memória para recuperar o que foi estudado. É a ferramenta mental que você vai utilizar para lembrar. E uma das formas sugeridas pelos especialistas é elaborar siglas com as palavras chave do conteúdo a ser lembrado.
Um exemplo de sigla: ViLISP. A sigla é a ferramenta para acessar na memória os direitos previstos no capítulo 5º da Constituição federal: Vida, Liberdade, Igualdade, Segurança e Propriedade.

3 – Frases malucas

Outra forma de sintetizar é criar frases ou histórias “malucas” que, pelo caráter inusitado, são mais fáceis de lembrar e atuam como gatilho para recuperação dos conceitos a ela associados.

Faça, por exemplo, a técnica de associação de palavras. Fica mais simples memorizar a sequência de informações. Ao associar uma palavra a cada um dos conceitos, o passo seguinte é montar uma frase ou sequência de frases usando as palavras associadas sequencialmente.

frases malucas também funcionam como gatilho de memória. Por exemplo, para os estudantes de Direito Penal memorizarem as finalidades da pena de condenado, é possível montar uma frase maluca: a pena transforma o condenado em um Saci PeReRê. A palavra Pererê traz as letras iniciais das finalidades da pena: prevenir novas condutas delituosas; retribuir (ao mal do crime o mal da pena), reintegrar o condenado à convivência social.

4 – Ensine para lembrar mais

Explicar o que você aprendeu a outra pessoa é também uma maneira de memorizar o conteúdo. Imagine-se ou tente dar uma aula. Se conseguir citar todos os detalhes e cobrir todo o assunto, significa que a memória foi consolidada, e o que você aprendeu será lembrado por muito tempo.

A tática é eficiente porque ao tentar explicar o que acabou de aprender as conexões de neurônios se expandem e o conteúdo é gravado por mais tempo, na memória de médio prazo. E com algumas revisões, por um longo período.

5 – A força da visualização

A força da visualização também é uma aliada da memória. É possível usar o próprio corpo e gestos para envolver a chamada memória sinestésica. Um exemplo é a memorização de uma receita.

Cada ingrediente é associado a um gesto direcionado a uma parte do corpo. Para memorizar,use um gesto. E para resgatar na memória a atitude é ir conferindo qual gesto era associado a cada parte do corpo para se recordar do ingrediente em questão.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

TECNOLOGIA ALIADA DA PSIQUIATRIA


Robôs no tratamento do autismo. É possível?


***

Por Maria Thereza França

Sobre a matéria publicada recentemente no jornal O Estado de S. Paulo (04/10/2014) – Autista interage com robô que auxilia tratamento – faço as seguintes considerações:

Diz a matéria:

“O que parece ser um brinquedo pode ajudar a melhorar a interação das pessoas com autismo e, assim dar mais qualidade de vida a elas.”

“Quando o robô começou o gingado de capoeira, um dos pacientes levantou e imitou o movimento.”

Do experimento com o robô de tecnologia francesa participaram quatro crianças autistas atendidas por uma ONG. Segundo a mesma notícia, a Organização Mundial de Saúde divulga que há mais de 2 milhões de autistas no Brasil e 70 milhões no mundo.

Com os atuais conhecimentos, não podemos mais falar em “autismo” e sim “autismos”, pois é amplo o espectro a ser estudado.

A partir da descrição de Kanner em 1943, do Autismo Infantil Precoce, muitos estudos trouxeram importantes contribuições para o entendimento do que se passa com as crianças com autismo, entre elas as contribuições advindas da Psicanálise.

Os distúrbios que resultam em prejuízos importantes para o desenvolvimento como um todo, mas especialmente para a linguagem e as relações afetivas da criança, têm causalidade múltipla.

A Psicanálise não descarta a possibilidade de que existam fatores orgânicos ou mesmo genéticos, além das questões emocionais. Em conjunto com outras áreas do conhecimento científico, tem desenvolvido recursos para ajudar as crianças com autismo a saírem do universo em que se encontram encerradas, no qual o contato afetivo não existe, ou é tênue.

Necessitamos utilizar ferramentas próprias para que essas crianças possam vir a se interessar pelo humano e abandonar suas relações desvitalizadas, repetitivas e controladas (robotizadas).

A Psicanálise é construída sobre a premissa de que há uma força que move o ser humano, que o movimenta e o diferencia de qualquer outro animal e que as necessidades humanas vão além das biológicas e físicas compartilhadas com todos os animais. A linguagem, a capacidade de pensar, desejar, simbolizar, nascem com as funções corporais, mas a elas transcendem.

É importante que se possa compreender as produções das crianças com autismo, perceber que naquela criança existe um traço, potencialidades, um vestígio de sujeito que precisa desabrochar como ser humano.

É fundamental recriar as condições que possam favorecer o estabelecimento e/ou fortalecimento dos vínculos afetivos e, como consequência, o desenvolvimento das funções mentais, consolidando o vínculo com o humano, que se encontra pouco desenvolvido, em detrimento do contato com objetos concretos, que fornecem estímulos sensoriais, aos quais estas crianças se mostram fortemente aderidas.

Assim, vemos que esse experimento só se justifica no caso de se desenvolver inserido dentro de uma relação afetiva, com outro ser humano, para que o sentido do interagir, “brincar” com um robô (arremedo de gente) possa se ampliar e fortalecer o desenvolvimento de um psiquismo colorido pelas trocas afetivas.

A imitação pode ser um passo para as identificações humanas, porém, pode também cristalizar a adesão a padrões desvitalizados, tendência defensiva tão observada nas crianças com autismo.

As crianças, de um modo geral, hoje, estão perdendo a capacidade de brincar, ou melhor, a brincadeira tende a ocorrer como descargas físicas excitadas, agitação, chegando frequentemente à hiperatividade, o que representa a adesão ao movimento. Do mesmo modo, o uso de iPads como babás eletrônicas, ou a adesividade aos jogos eletrônicos, substitutos precários do contato humano, é cada vez mais estimulado.

Vale registrar que nem a atividade física, nem as mídias e jogos eletrônicos representam em si algo pernicioso, pelo contrário! A atividade física e lazer são saudáveis e estarmos conectados nos dá condições de inserção ao mundo atual. O problema diz respeito ao uso dos mesmos como condutas aditivas, sem que se tenha o entendimento da função a que se prestam: uma tentativa – ineficaz – de preenchimento interno por meio de sensações externas.

Como diz o psiquiatra Jairo Bauer (“As novas dependências”, O Estado de S. Paulo, p. A34, 24/08/2014):

“trocar interações sociais, interesse na escola e no trabalho e opções variadas de lazer pela busca ininterrupta de tempo para se exercitar ou jogar mostra que há uma dificuldade de controle, e, pior, quanto mais se faz, mais se sente que falta algo que ainda deve ser feito.”

E o que faltaria afinal?
Falta o investimento no fortalecimento de um mundo interno, de uma mente que seja capaz de lidar com as questões humanas do dia a dia, modular nossos sentimentos, ajudando a conviver com as agruras da vida e que seja fonte de verdadeira satisfação.

Será que nós seres humanos estamos dispostos a correr o risco de oferecer às nossas crianças já tão prejudicadas modelos robotizados?

*Maria Thereza de Barros França é psicanalista e membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

ISNARP - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO




Psicologia educacional ou psicologia da educação é o ramo da psicologia que estuda o processo de ensino/aprendizagem em diversas vertentes: os mecanismos de aprendizagem nas crianças e adultos (o que está estreitamente relacionado com a psicologia do desenvolvimento); a eficiência e eficácia das tácticas e estratégias educacionais; bem como o estudo do funcionamento da própria instituição escolar enquanto organização (onde se cruza com a psicologia social). 

Os psicólogos educacionais desenvolvem o seu trabalho em conjunto com os educadores de forma a tornar o processo de aprendizagem mais efectivo e significativo para o educando, principalmente no que diz respeito à motivação e às dificuldades de aprendizagem. Focam a sua acção não apenas nas necessidades da criança na escola como, também, em outras áreas onde as experiências escolares têm impacto. Alguns psicólogos escolares centram o seu trabalho no desenvolvimento das capacidades e necessidades das crianças com dificuldades de aprendizagem, como no caso da Desordem por défice de atenção com hiperactividade, problemas emocionais ou problemas comportamentais.

Apesar de serem muitas vezes utilizados como sinônimos, os termos psicologia educacional e psicologia escolar não são sinônimos. Enquanto psicologia educacional se refere à pesquisa teórica, sendo assim mais abrangente, a psicologia escolar assim como apsicopedagogia são subdisciplinas aplicadas 1 .

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

PEDAGOGIA - INTRODUÇÃO




A Grécia clássica pode ser considerada berço da Pedagogia, pois é na Grécia que nascem as primeiras ideias acerca da ação pedagógica, ponderações que vão influenciar, por muitos anos, a educação e cultura ocidentais e vincular a imagem do Pedagogo à formação das crianças.

Na antiga Grécia, eram chamados de pedagogos os escravos que acompanhavam as crianças que iam para a escola. Como escravo, ele era submisso à criança, mas tinha que fazer valer sua autoridade quando necessária. Por esse motivo, esses escravos desenvolveram grande habilidade no trato com as crianças.2

Nos séculos XVII e XVIII inicia-se uma era de debates, no campo da educação, tendo como foco a importância de atualizar os processos pedagógicos e rever o próprio conceito de infância. Nomes importantes deste período são Comenius e Rousseau. No final do século XIX e princípios do século XX os debates sobre educação e, principalmente, as novas pesquisas no campo da psicologia do desenvolvimento e aprendizagem, com ênfase na criança, levarão a que um grande número de profissionais, de diversos campos, desenvolvam reflexões, pesquisas e experiências pedagógicas envolvendo métodos de ensino, as relações pedagógicas e as possibilidades e limites dos diferentes contextos educativos, dando corpo a vários movimentos, dentre eles o da Escola Nova e aPedagogia Waldorf. No restante século XX a Pedagogia vai se institucionalizar como campo de conhecimento científico e profissional e a formação passará a ocorrer nas Universidades em cursos superiores um curso que cuida dos assuntos relacionados à Educação por excelência, portanto se trata de uma Licenciatura.

Atualmente a pedagogia tem como objetivo principal a melhoria no processo de aprendizagem dos indivíduos, através da reflexão, sistematização e produção de conhecimentos. Como ciência social, a pedagogia esta conectada com os aspectos da sociedade e também com as normas educacionais do país. O pedagogo, que trabalha para garantir e melhorar a qualidade da educação, tem dois grandes campos de atuação: a administração e o magistério, de modo que pode tanto gerenciar e supervisionar o sistema de ensino quanto orientar os alunos e os professores.Acompanha e avalia, ainda, o processo de aprendizagem e as aptidões de cada aluno. Pode trabalhar também com portadores de deficiências físicas ou intelectuais, auxiliando em sua inclusão na sociedade, ou com educação a distância. Porém, todos aqueles que atuam no processo educativos (professores, pais, monitores, orientadores, psicólogos, etc) também devem conhecer os princípios básicos de pedagogia.3

ALUNOS ISNARP: TÉCNICAS DE ESTUDOS




Na coluna de hoje proporei algo que pode parecer bastante estranho à primeira vista. São quatro técnicas para você ter um estudo eficiente. Aparentemente, elas são absurdas, mas começam a fazer sentido quando analisadas sob uma ótica crítica. Vamos a elas.

A primeira técnica de estudo é não seguir as técnicas de estudo! Mas, como assim? A partir do momento em que lancei o livro "Como Passar em Provas e Concursos", que acabou dando início a uma nova disciplina, "Como Estudar", surgiram ótimos professores ensinando o mesmo assunto, mas também muitos curiosos e pessoas – muitas das quais com boa intenção – querendo ensinar técnicas, dicas e segredos das quais não têm um conhecimento aprofundado. Resultado: ensinam coisas erradas e acabam prejudicando mais do que ajudando o incauto concurseiro. Então, é preciso ter técnica, mas também é preciso ter muito cuidado com elas!

A recomendação para você se sair bem é simples: personalização! Tão importante quanto ouvir técnicas só de pessoas experientes em concursos é testar o que está sendo dito e ver se realmente funciona para você. Há técnicas que funcionam para todos (motivação, otimização do tempo) e outras, apenas para alguns. Por exemplo, há quem renda mais ouvindo, outro copiando, outro assistindo. Há quem renda mais pela manhã e outros, pela noite. Cada um tem sua compleição e não adianta forçar. Descubra como você rende melhor e que técnicas são mais úteis. E lembre-se: algumas coisas funcionam para todo mundo, como organização, dedicação, muito treino, fazer revisões periódicas da matéria e estudar com silêncio ou música clássica --jamais com outras músicas, com pressa ou pensando em outras tarefas.

Enfim, não siga as técnicas dos outros. Teste-as e, se funcionarem, elas passarão a ser as suas técnicas. Também não tente ficar seguindo 300 técnicas. Vá devagar, melhorando aos poucos. A direção correta é mais importante que a velocidade.

Outra técnica que funciona é estudar entre 50 a 80 minutos e descansar entre 10 a 15 minutos (sua resistência aumenta com o tempo, mas faça sempre os intervalos). E, claro, prestar atenção nas aulas e nas dicas dos professores e responder questões de vestibulares ou concursos anteriores.

Conselho errado muito comum: "a pessoa que não estudar X horas não passa". É errado porque o estudo vale mais pela qualidade do que pela quantidade e porque, com revisões periódicas e técnicas de memorização, a pessoa que tem menos tempo para estudar também consegue aprender e passar. Não adianta ficar exausto de estudar e não conseguir apreender nenhum conhecimento.

A segunda técnica de estudo é... não estudar é estudar! Ok, parou, parou, parou... não ache que sem estudar você terá sucesso nem pegue essa frase e vá para a praia sem culpa. Não, a ideia não é essa. Existem duas coisas que farão muita diferença.

1ª - Quando você está descansando ou fazendo outras atividades, seja de lazer ou dormir, você não está estudando, mas isso pode aumentar sua produtividade no estudo.
2ª - Para render mais no estudo, você precisa estar "presente" naquilo que está fazendo.

A fixação da memória ocorre durante o sono profundo. Por isso, é importante ter um bom sono. Relaxar e... dormir! Nada de ficar repensando em todas as coisas que aconteceram ou deixaram de acontecer ao longo do dia, nada de ficar pensando, na véspera, na matéria e na prova. Também não vale ficar zapeando a TV até cansar. Hora de dormir é hora de dormir. Claro que você não pode usar a importância do sono como uma desculpa para dormir demais, mas não dormir o mínimo necessário vai, com certeza, prejudicar o aprendizado.

Já os momentos de lazer fazem a pessoa recuperar suas energias, relaxar, "recarregar a pilha". Eles também não devem ter carga horária exagerada, mas são essenciais. Uma das técnicas é estudar seis dias e descansar um. Um bom lazer é a atividade física já que exercícios aumentam a oxigenação do cérebro, a disposição e melhoram o humor.

A terceira técnica é saber que o conteúdo da prova não reprova ninguém! Isso mesmo! Os concursos e vestibulares dizem tudo o que vai cair na prova e não faltam ótimos professores, cursos e livros ensinando a matéria. O que reprova mesmo é a incapacidade de organização e de ter método de estudo. Ou seja, quem reprova você é você!

Se listar as coisas que mais atrapalham seu estudo, você verá que as dificuldades pessoais, como preguiça, medo e desorganização, e circunstanciais, como as relacionadas aos amigos, família e trabalho são o que realmente atrapalham na hora do estudo. A pessoa que aprende a administrar seu tempo, amizades, telefonemas, lazer e ansiedade irá conseguir estudar bastante, e bem. Estudo é uma questão de organização, qualidade e administração do tempo. Aprenda a fazer isso e você não será reprovado. Ser aprovado é uma questão de tempo para quem aprendeu a estudar e a fazer provas.

Por fim, saber a matéria não adianta! Mas, como assim? Bem, é preciso saber a matéria, claro, mas também é preciso saber transmitir a matéria para a prova! Muitos são aqueles que estudam e aprendem, mas, como não treinam fazendo simulados, provas anteriores e concursos/vestibulares reais, não sabem passar o conhecimento para o papel. E, se você não passar o que sabe para o examinador, ele vai achar que você não sabe.

Imagine uma pessoa com um caminhão-pipa cheio de água para matar a sede de uma multidão, mas com apenas um canudinho para tirá-la de lá. Não adianta ter a matéria toda na cabeça e não ter treinado sobre como fazer as provas, não saber nenhuma técnica de realização de provas. O melhor jeito de aprender as técnicas é fazer simulados e provas anteriores, e aprender a fazer provas "por esporte". Eu ensino várias técnicas de realização de provas no livro e na internet, recomendo que você as conheça melhor. Elas fazem muita diferença.

Espero que a coluna de hoje tenha servido de alerta para atitudes que podem estar prejudicando seus estudos e que você passe a investir mais em técnicas outrora incomuns e inusitadas.

domingo, 18 de janeiro de 2015

COMUNICADO PARA FEVEREIRO



COMPUTAÇÃO - INTRODUÇÃO GERAL



A primeira ferramenta conhecida para a computação foi o ábaco1 , cuja invenção é atribuída a habitantes daMesopotâmia, em torno de 2700–2300 a.C.. Seu uso original era desenhar linhas na areia com rochas. Versões mais modernas do ábaco ainda são usadas como instrumento de cálculo.

No século VII a.C., na antiga Índia, o gramático Pānini formulou a gramática de Sânscrito usando 3959 regras conhecidas como Ashtadhyāyi, de forma bastante sistemática e técnica. Pānini usou transformações e recursividade com tamanha sofisticação que sua gramática possuía o poder computacional teórico tal qual a Máquina de Turing.

Entre 200 a.C. e 400, os indianos também inventaram o logaritmo, e partir do século XIII tabelas logarítmicas eram produzidas por matemáticos islâmicos. Quando John Napier descobriu os logaritmos para uso computacional no século XVI1 , seguiu-se um período de considerável progresso na construção de ferramentas de cálculo.

Algoritmos

No século VII, o matemático indiano Brahmagupta explicou pela primeira vez o sistema de numeração hindu-arábico e o uso do 0. Aproximadamente em 825, o matemático persa al-Khwarizmi escreveu o livro Calculando com numerais hindus, responsável pela difusão do sistema de numeração hindu-arábico no Oriente Médio, e posteriormente na Europa. Por volta do século XII houve uma tradução do mesmo livro para o latim: Algoritmi de numero Indorum. Tais livros apresentaram novos conceitos para definir sequências de passos para completar tarefas, como aplicações de aritmética e álgebra. Por derivação do nome do matemático, atualmente usa-se o termo algoritmo.

Lógica binária

Por volta do século III a.C., o matemático indiano Pingala inventou o sistema de numeração binário. Ainda usado atualmente no processamento de todos computadores modernos, o sistema estabelece que sequências específicas de uns e zeros podem representar qualquer informaçãoEm 1703 Gottfried Leibniz desenvolveu a lógica em um sentido formal e matemático,
utilizando o sistema binário. Em seu sistema, uns e zeros também representam conceitos como verdadeiro e falso, ligado e desligado, válido e inválido. Mais de um século depois, George Boole publicou aálgebra booleana (em 1854), com um sistema completo que permitia a construção de modelos matemáticos para o processamento computacional. Em 1801, apareceu o tear controlado porcartão perfurado, invenção de Joseph Marie Jacquard, no qual buracos indicavam os uns e, áreas não furadas, indicavam os zeros. O sistema está longe de ser um computador, mas ilustrou que as máquinas poderiam ser controladas pelo sistema binário.

Engenho analítico


Foi com Charles Babbage que o computador moderno começou a ganhar forma, através de seu trabalho noengenho analítico. O equipamento descrito originalmente em 1837, mais de um século antes de seu sucessor, nunca foi construído com sucesso, mas possuía todas as funções de um computador moderno. O dispositivo de Babbage se diferenciava por ser programável, algo imprescindível para qualquer computador moderno.

Durante sua colaboração, a matemática Ada Lovelace publicou os primeiros programas de computador em uma série de notas para o engenho analítico2 . Por isso, Lovelace é popularmente considerada como a primeira programadora.




Nascimento da ciência da computação

Antes da década de 1920, computador era um termo associado a pessoas que realizavam cálculos, geralmente liderados por físicos. Milhares de computadores eram empregados em projetos no comércio, governo e sítios de pesquisa. Após a década de 1920, a expressão máquina computacional começou a ser usada para referir-se a qualquer máquina que realize o trabalho de um profissional, especialmente aquelas de acordo com os métodos da Tese de Church-Turing.

O termo máquina computacional acabou perdendo espaço para o termo reduzido computador no final da década de 1940, com as máquinas digitais cada vez mais difundidas. Alan Turing, conhecido como pai da ciência da computação, inventou a Máquina de Turing, que posteriormente evoluiu para o computador moderno.
Trabalho teórico[editar | editar código-fonte]

Os fundamentos matemáticos da ciência da computação moderna começaram a ser definidos por Kurt Gödel com seu teorema da incompletude (1931). Essa teoria mostra que existem limites no que pode ser provado ou desaprovado em um sistema formal; isso levou a trabalhos posteriores por Gödel e outros teóricos para definir e descrever tais sistemas formais, incluindo conceitos como recursividadee cálculo lambda.

Em 1936 Alan Turing e Alonzo Church independentemente, e também juntos, introduziram a formalização de um algoritmo, definindo os limites do que pode ser computador e um modelo puramente mecânico para a computação. Tais tópicos são abordados no que atualmente chama-se Tese de Church-Turing, uma hipótese sobre a natureza de dispositivos mecânicos de cálculo. Essa tese define que qualquer cálculo possível pode ser realizado por um algoritmo sendo executado em um computador, desde que haja tempo e armazenamento suficiente para tal.

A DIFERENÇA ENTRE PSIQUIATRA, PSICÓLOGO E PSICANALISTA



Real atuação dos psiquiatra, psicólogo e psicanalista

O termo “psi”, bastante utilizado pelas pessoas, muitas vezes pode ser permeado de confusão quanto aos significados, principalmente quando se refere aos profissionais indicados por este termo: psiquiatra, psicólogo ou psicanalista.

Psiquiatria é uma especialização
 da medicina que lida
 com as diferentes formas 
de sofrimentos mentais.
O psiquiatra é um profissional da medicina que após ter concluído sua formação, opta pela especialização em psiquiatria. Esta é realizada em 2 ou 3 anos e abrange estudos em neurologia, psicofarmacologia e treinamento específico para diferentes modalidades de atendimento, tendo por objetivo tratar as doenças mentais. Ele é apto a prescrever medicamentos, habilidade não designada ao psicólogo. Em alguns casos, a psicoterapia e o tratamento psiquiátrico devem ser aliados.

O psicólogo tem formação superior em psicologia, ciência que estuda os processos mentais (sentimentos, pensamentos, razão) e o comportamento humano. O curso tem duração de 4 anos para o bacharelado e licenciatura e 5 anos para obtenção do título de psicólogo. No decorrer do curso a teoria é complementada por estágios supervisionados que habilitam o psicólogo a realizar psicodiagnóstico, psicoterapia, orientação, entre outras.
A psicologia é a ciência
 que estuda o comportamento
 e os processos mentais.
Pode atuar no campo da psicologia clínica, escolar, social, do trabalho, entre outras.

O profissional pode optar por um curso de formação em uma abordagem teórica, como a gestalt-terapia, a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental.

O psicanalista é o profissional que possui uma formação em psicanálise, método terapêutico criado pelo médico austríaco Sigmund Freud, que consiste na interpretação dos conteúdos inconscientes de palavras, ações e produções imaginárias de uma pessoa, baseada nas associações livres e na transferência. Segundo a instituição formadora, o psicanalista pode ter formação em diferentes áreas de ensino superior.


A psicanálise está baseada nas teorias de Sigmund Freud. 
Ela interpreta os conteúdos inconscientes de palavras, ações e produções 
imaginárias de uma pessoa através das associações livres e da transferência.
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

ISNARP - CRONOGRAMA 2015



LIBERDADE DE EXPRESSÃO




No Brasil, desde a Constituição do Império havia a garantia da liberdade de expressão, o que foi preservado até a Constituição de 1937. Já no período conhecido como Estado Novo durante o governo do presidente Vargas, o princípio constitucional da liberdade de pensamento desapareceu. Foi adotada a censura como meio de impedir a publicação ou a reprodução de determinadas informações. A censura nasceu reprimindo a liberdade de expressão.


Com o período da redemocratização, a Constituição de 1946 foi responsável por colocar e assegurar, no novo ordenamento jurídico, a manifestação do pensamento. O texto constitucional dispunha a livre manifestação do pensamento, sem dependências da censura, salvo quanto a espetáculos e diversões públicas, respondendo cada um, por abusos cometidos, conforme disposição legal.

Quando Getulio Vargas ocupou o poder novamente, ele se preocupou em editar a lei da imprensa (Lei 2083 de 1953) com a devida regulamentação dos crimes de imprensa. Em seu bojo, a lei trouxe vários defeitos, como a exacerbada repressão à liberdade de imprensa.

A Constituição de 1967, já outorgada nos governos militares, não aboliu o princípio da liberdade de pensamento, mas impôs uma delimitação que restringia sua aplicação, condicionando-os aos parâmetros da ordem pública e dos bons costumes.

O ordenamento jurídico de 1967 restringiu, ainda, a liberdade da livre manifestação do pensamento, ao impor sanções jurídicas a todo aquele que abusasse do direito individual com o objetivo de opor-se ao governo. Essa disposição ficou explícita nos artigos:
Constituição Federal de 1967, artigo 150 parágrafo 8.
Carta de Magna de 1967, artigo 151.

O direito a liberdade de expressão é caracterizado como direito da personalidade, integrante do estatuto do ser humano, fundamental para a concretização do princípio da dignidade da pessoa humana e determinada, para quem o incorpora, especificas funções. Ele é garantia individual e protege a sociedade contra o arbítrio e as soluções de força.

Vale ressaltar que, quando se restringe a liberdade de um indivíduo, não somente o direito deste é atingido, mas também o de toda a comunidade de receber e debater as informações, Caracteriza-se, assim que a liberdade de expressão atinge o indivíduo e a interação da sociedade.

Na atual Constituição Federal, promulgada em 5 de outubro de 1988, várias inovações foram conferidas em relação a liberdade de manifestação do pensamento, dando maior amplitude no rol de direitos e garantias individuais. Em todas as suas formas, a liberdade de expressão e um direito fundamental e intransferível, inerente a todas a pessoas, e um requisito para a existência de uma sociedade democrática.Constituição brasileira de 1988
Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

V - o pluralismo político

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito àvida, liberdade, igualdade, segurança e a propriedade, nos termos seguintes:

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença

Art. 220 A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.

§ 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA




  • “ Progressistas ou reacionários, (a Inglaterra de Wilson ou a Espanha de Franco), ricos ou pobres (os Estados Unidos ou Madagascar), centralistas ou federalistas, (França ou Alemanha), imenso ou pequeno (China ou Holanda), todos os Estados depois da Segunda Guerra investirão no Ensino a Distância. Em todo lugar, as empresas, grandes ou pequenas, e as instituições internacionais obram para instalar as infra-estruturas do ensino a distância. Para todos, o desejo é o mesmo: estender o projeto educativo, começado no século 20, para todos os públicos e para todas as formas de saber, aumentar a eficiência e diminuir os custos graças ao emprego de tecnologias cada vez mais eficientes” (Le Monde de l’Education, set. 1998, p. 9)

  • penny 6 de maio de 1840 ... quando foi lançado o primeiro selo da história do correio, usando uma tarifa única para todo o território da sua Graciosa Majestade, a Rainha Vitória. Fonte Fonte MUITOS PENSAM QUE A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (EAD) É UMA NOVIDADE. A AVENTURA COMEÇOU HÁ ALGUM TEMPO... EM 1840, NA INGLATERRA...

  • Isaac Pitmann, o inventor da estenografia, aproveitou-se desta nova facilidade para comercializar a sua invenção e criou o primeiro curso por correspondência. A primeira instituição, que utilizou o ensino a distância, era alemã, o INSTITUTO TOUSSAINT E LANGENSEHERDT, (1856). Dedicou-se ao ensino das línguas estrangeiras. Fonte Fonte
     Em 1873, em Boston nos USA, Anna Ticknor fundou a Sociedade de Apoio ao Ensino em Casa. No mesmo ano, a Universidade de Bloomington criou um departamento de curso por correspondência. Na França, a partir de 1977, apareceram vários organismos privados oferecendo cursos por correspondência de cultura geral, de artes, de línguas e de preparação para concursos.

  • No início do SÉCULO 20, o ensino a distância começou a interessar às crianças de regiões isoladas, particularmente na Austrália, no Canadá e na Nova Zelândia. Vale a pena também citar o CERCA (Centro de Ensino Rural por Correspondência de Angers). Esse curso criado em 1921 e promovido pela Escola Superior de Agricultura, era dirigido. Em 1921 , os Mormons de Salt Lake City criaram a primeira rádio universitária. Em 1926, Rádio Luxemburgo e, em 1927, Rádio-Paris PTT seguiram este exemplo. A partir de 1927, também a BBC ofereceu às crianças das escolas primárias, programas de apoio. 
     No Brasil, no início da década de 1960, com a popularização do rádio de pilha, o MEB (Movimento de Educação de Base), ligado ao episcopado brasileiro desenvolveu um imenso programa de alfabetização de adultos graças ao Sistema Rádio Educativo. O mesmo fenômeno acontece hoje com as populações nômades das regiões do sul do Saara, graças a um sistema de recarregamento das pilhas com a energia solar. Fonte Fonte
     Com o evento da televisão, o ensino a distância ingressou na era da multimídia. As ferramentas se sofisticaram e diversificaram: minicassetes, videocassete e, hoje, Internet. A televisão terá dificuldades para se impor como mídia pedagógica. Ela terá que abandonar uma imagem de puro divertimento popular e barato

  • aos adolescentes que saíam da escola primária e tinha como finalidade a aprendizagem do pequeno agricultor. Este trabalho realizado na região hoje chamada “ Pays de Loire” transformou a agricultura desta região em uma das agriculturas mais avançadas do mundo. Fonte Fonte

  • Foi a Open University inglesa que realizou a experiência pedagógica concludente no campo do Ensino Superior a Distância. Criada em 1969, ligada à BBC, combinou desde a origem a televisão e a escrita. (cada dia mandava mais de 20 toneladas de documentos em papel) Dirigida a estudantes de mais de 18 anos, sem pré-requisito de diploma, tornou-se para o mundo inteiro o modelo do ensino “ aberto” para os adultos. Fonte Fonte. O jovem público do nível secundário e superior, principal cliente do ensino a distância, comprou material sofisticado: fax, antena parabólica, microcomputador, modem. Na DÉCADA DE 90, o progresso técnico se acelerou com a aparição de TV por satélite e da TV a cabo, da videoconferência, dos CD-ROMs, da Internet e do correio eletrônico.

  •  Respondendo a essa demanda, o Centro Nacional de Ensino a Distância (CNED) da França, apresenta hoje uma coleção impressionante de meios... ... cassetes de áudio, cassetes de vídeo, slides, disquetes, minitel, Internet, telefone, agrupamento, emissão de televisão interativa, videoconferência, CD-ROM , CD-Áudio.
  •  Os grandes organismos de formação à distância entram com forças nas redes. Mas a grande revolução é o correio eletrônico que, enfim, permite uma tutoria a distância eficiente. Fonte
    REFLEXÃO No fim desta breve história do Ensino a Distância, Anne Brunswick pergunta: “Durante muito tempo o ensino a distância foi considerado como uma simples alternativa para quem não podia ter acesso a ‘verdadeiros cursos’, quer dizer, a cursos presenciais orais”. · Quais são as perspectivas do ensino a distância de amanhã? · Será que ele vai se tornar objeto de uma escolha positiva? Graças às múltiplas opções abertas, podemos pensar que a formação a distância será escolhida por um número crescente de jovens que combinarão estudo, trabalho e vida pessoal, e que escolherão esta opção para continuar aprendendo durante a vida toda.” (Le Monde de l’Education, set. 1998, p. 15) Num artigo publicado em 1986, na coletânea “Comunicação e Educação Caminhos cruzados”, perguntávamos: “O trabalhador estudante deve estudar dentro do Campus universitário? Ele precisa estudar dentro dos limites do tempo letivo?” (Vigneron. 1986. p. 356)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

SOBRE OS CURSOS LIVRES

Brasão Nacional




O Curso livre à distância é uma modalidade de educação não-formal de duração variável, destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam profissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho.

A Constituição Federal em seu Artigo 205/CF, “caput”, prevê que a educação é direito de todos e será incentivada pela sociedade.

Tal prática é defendida também pelo Artigo 206/CF que prevê que o ensino será ministrado com base em alguns princípios e em seu inciso II: “a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar pensamentos, a arte e o saber”.

Curso Livre – Lei nº 9.394/96 – Diretrizes e Bases da Educação Nacional passou a integrar a modalidade de Educação Profissional.

Educação Profissional, é a modalidade de educação não-formal de duração variável, destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam profissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho.

Cursos livres tem crescido no Brasil
Conforme a Lei nº. 9394/96, o Decreto nº. 5.154/04 e a Deliberação CEE 14/97 (Indicação CEE 14/97) citam que os cursos chamados “Livres” não necessitam de prévia autorização para funcionamento nem de posterior reconhecimento do Conselho de Educação competente.

Não existe legislação específica que regulamente estes cursos, por isto, os cursos livres não são passíveis de regulação por parte do Ministério da Educação.

Não havendo exigência de escolaridade anterior.

A categoria Curso Livre atende a população com objetivo de oferecer profissionalização rápida para diversas áreas de atuação no mercado de trabalho, ex: Informática, Atendimento, Secretariado, Webdesign, Segurança, Idiomas, Culinária, Corte & Costura, Estética, Beleza, etc.

Livre significa que não existe a obrigatoriedade de: carga horária podendo variar entre algumas horas ou vários meses de duração, disciplinas, tempo de duração e diploma anterior.

Desse modo, a oferta desses cursos não depende de atos autorizativos por parte deste Ministério, quais sejam: credenciamento institucional, autorização e reconhecimento de curso.

As escolas que oferecem este tipo de curso têm direito de emitir certificado ao aluno em conformidade com a Lei nº 9394/96; Decreto nº 5.154/04; Deliberação CEE 14/97 (Indicação CEE 14/97).

Lembrando que Curso livre não tem vínculo nem reconhecimento pelo MEC/CAPES.

Esses Certificados têm validade legal para diversos fins, porém não podem ser convalidados, validados ou chancelados por escolas reconhecidas pelo MEC/CAPES.

A jurisprudência do Conselho Nacional de Educação tem sido no sentido de declarar-lhes a equivalência, de acordo com regras amplas e flexíveis.

Cooperativas, Empresas e Profissionais Autônomos também podem ministrar tais cursos e emitir certificado.

As pessoas que fazem os nossos Cursos Livres, qualificam-se mais em suas profissões, superam os concorrentes, são promovidos em suas empresas, e os que estão desempregados, preparam-se para o mercado de trabalho e conseguem rapidamente um novo emprego.

Embora os cursos livres sejam isentos de fiscalização e reconhecimento pelo MEC o Portal de Cursos GLucena OnLine não dispensa os critérios acadêmicos e didático-pedagógicos exigidos a qualquer outra modalidade de cursos, sejam eles “livres” ou não, presenciais ou à distância.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

ISNARP: TAMBÉM EM SETE LAGOAS - MG


PARA ALUNOS ISNARP: MUNDO MODERNO



O estresse é uma doença de adaptação ao meio. Pode-se observar sua interação no lado interno ou no lado externo. O pesquisador canadense Hans Seyle descreveu muito bem o lado interno, em função das estimulações, excitações e agressões externas, que produzem uma escalada progressiva na defesa do organismo.


No início é só o aumento do alerta geral, estimulando o sistema vegetativo e o cérebro para se defenderem. Pode ser até benéfico no desempenho pelo fato de aumentar a atenção nas tarefas e a prontidão nas contrações musculares.

No entanto, isto tem sido usado abusivamente pelas empresas, sobretudo nesta fase de flexibilização do trabalho, quando o aumento de produção e produtividade não estabelecem um limite nas demandas ao empregado, que é acionado a todo instante, mesmo no lazer e em sua casa. Por outro lado, a cidade, comercializada, quer vender lazeres, quase sempre consumistas e excitantes, não dando trégua ao indivíduo, sobretudo porque o poder de intervenção do homem na natureza não se interrompe em hora nenhuma do dia ou da noite. Tende-se então a diminuir também o repouso das pessoas em nossas cidades, mesmo para aquelas de ritmo diurno. Assim a excitação no organismo fica permanente e de longa duração. Até aquela de menor intensidade a longo prazo acaba levando à fadiga, à depressão depois de passar por uma fase maníaca, excitante.

O aumento da escalada de excitação leva a seguir a mais reações instantâneas e profundas do organismo, é a fase reativa. Mas o corpo, em se mobilizando, começa a fazer de tudo para restabelecer o equilíbrio perdido. As vísceras quase em bloco procuram recuperar o estado de constância interna. O coração pulsa mais forte e em maior frequência para suprir o oxigênio e a energia consumidas predatoriamente. O trato gastro-intestinal se paralisa para dar espaço ao sistema cárdio-motor. O sangue esvai-se da pele e desloca-se para os músculos esqueléticos, ficando em prontidão para a ação. A visão não consegue mais focalizar o detalhe e junto com o cérebro vasculha todo o horizonte em busca de um ataque inesperado. A mente não pára de cogitar das surpresas que o podem prender em armadilha. Instala-se uma espécie de pânico.



O mundo hoje propicia-nos todas as condições para ficarmos sempre muito ativados. É a crise econômica, ameaçando-nos com o desemprego, com o rebaixamento salarial ou com a volta da inflação, consumindo nosso poder de compra. É desafio da competição, que exige cada vez mais, sob a ameaça de sermos substituídos ou passados para trás por aqueles que se atualizarem mais ou termos nossos empregos exportados. Cria-se a obsessão ao trabalho (ver os oito mandamentos do "workaholics" nas minhas páginas na Internet).

Finalmente, as mais altas excitações implantam uma reação mais forte ainda no organismo, podendo levar-nos ao limite de nossas possibilidades, começando o colapso interno. Os órgãos começam a falhar pois ficam exaustos, atingindo-nos com desespero e abandono pela impotência de agir.

Quanto a terapêutica, há várias formas. A mais tradicional no Brasil é não se ligar a nada, a alienação, já descrita por Mário de Andrade em o Macunaíma, ser por excelência surrealista, isto é, ausente da realidade e autofágico, devorando sem comprometimento, as novidades do 1º Mundo, conforme descreveu Oswald de Andrade. Suas manifestações são adquirir uma paixão qualquer: happening, lançamentos de fetiches, cultura kitch, carnaval, futebol, boemia, turismo etc. Por outro lado há formas desintegrativas e de repulsa à sociedade moderna desde ser ermitão solitário à dedicação integral às causas mais nobres, sob a cortina de fumaça de uma associação altruísta.

O mais difícil, no entanto é manter-se equilibrado num mundo cada vez mais desequilibrado. Como ser moderno, atualmente, diante das aspirações de crescimento individual, gozando dos privilégios do 1º Mundo, sem ser absorvido obsessivamente pelo trabalho sobretudo em um país excludente e sub-desenvolvido, que fecha as portas do futuro para os brasileiros, que são menos esclarecidos e ausentes do aperfeiçoamento científico e tecnológico?


Para combater o estresse é preciso manter o rítmo biológico, respeitando sobretudo o sono de qualidade (ver tabela de como dormir bem na Internet) e gozar de atitude de introspecção, sentindo a intimidade de seu ser, por exemplo, de gozar de lugares silenciosos, onde há prioridade absoluta ao pedestre, para exercitar-se fisicamente sem sobressalto e apreciar a natureza, sem ser contaminado pela poluição do ar, da terra e das águas. Comer de acordo com a fome e liberar as vísceras para fluírem naturalmente no seu rítmo próprio de equilíbrio (ver o decálogo anti-estresse na Internet).

Em conclusão, não resta às pessoas que podem, no mundo moderno, e são sensíveis à qualidade de vida senão abandonar as cidades para constituirem condomínios fechados, seus refúgios de bem-viver, nas suas periferias. Contrapõem-se a elas aquelas que lá também vão apenas vendo um lugar seguro para se esquivarem da violência predatória das cidades degradadas, barulhentas e consumistas, sobretudo de veículos automotores que infernizam a vida dos homens, mas não se importando de transformarem" aqueles sonhos dos ecologicamente sustentáveis" em novos bairros degradados, tomando os seus espaços, espouncando barulho nos seus ouvidos e tirando-lhes o direito de introspecção e silêncio e o encontro com o seu "EU".

FILOSOFIA LIVRE - 2015 - ISNARP




Filosofia (do grego Φιλοσοφία, literalmente («amigo da sabedoria» ou «amor pelo saber»1 2 ) é o estudo de problemas fundamentais relacionados à existência, ao conhecimento, à verdade, aos valores morais e estéticos, à mente e à linguagem.3Ao abordar esses problemas, a filosofia se distingue da mitologia e da religião por sua ênfase em argumentos racionais; por outro lado, diferencia-se das pesquisas científicas por geralmente não recorrer a procedimentos empíricos em suas investigações. Entre seus métodos, estão a argumentação lógica, a análise conceptual, as experiências de pensamento e outros métodos a priori. A Filosofia é o saber mais abrangente. A partir dela, são fundamentados e desenvolvidos os projetos educacionais e as pesquisas, bem como embasa-se, inclusive, a consultoria a instituições científicas, artísticas e culturais.

A filosofia ocidental surgiu na Grécia antiga no século VI a.C. A partir de então, uma sucessão de pensadores originais – comoTales, Xenófanes, Pitágoras, Heráclito e Protágoras – empenhou-se em responder, racionalmente, questões acerca da realidade última das coisas, das origens e características do verdadeiro conhecimento, da objetividade dos valores morais, da existência e natureza dos deuses (ou de Deus). Muitas das questões levantadas por esses antigos pensadores são ainda temas importantes da filosofia contemporânea.4


Durante as Idades Antiga e Medieval, a filosofia compreendia praticamente todas as áreas de investigação teórica. Em seu escopo figuravam desde disciplinas altamente abstratas – em que se estudavam o "ser enquanto ser" e os princípios gerais doraciocínio – até pesquisas sobre fenômenos mais específicos – como a queda dos corpos e a classificação dos seres vivos. Especialmente a partir do século XVII, vários ramos do conhecimento começam a se desvencilhar da filosofia e a se

constituir em ciências independentes com técnicas e métodos próprios (priorizando, sobretudo, a observação e a experimentação).5Apesar disso, a filosofia atual ainda pode ser vista como uma disciplina que trata de questões gerais e abstratas que sejam relevantes para a fundamentação das demais ciências particulares ou demais atividades culturais. A princípio, tais questões não poderiam ser convenientemente tratadas por métodos científicos.6

Por razões de conveniência e especialização, os problemas filosóficos são agrupados em subáreas temáticas: entre elas as mais tradicionais são a metafísica, a epistemologia, a lógica, a ética, a estética e a filosofia política.